Tu poeta, nem mesmo tu estás salvo daquilo que tanto desprezas,
Talvez tua dor seja esta:
Saber e não poder,
Não poder realizar suas loucuras, saber limitado.
Não ter coragem pra atravessar de vez, olhando distante.
Mas o que é isto que enxergas e diz ser tão belo?
O que é isto que lhe chama tanta a atenção e te consome permanentemente?
O que é isto que faz os homens te chamarem de louco?
És também homem, poeta? Pergunto...
Talvez sim,
E os homens talvez sejam estranhos agora,
Qualquer outra coisa que não homens,
E aqueles que lamentam, poetas,
Àqueles que lamentam... Desejo sorte!"
"Não, não sei mais nada, esqueçam as palavras acima...
Sou ébrio e muito muito preguiçoso!"
T.F.

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