"pára-brisa vascular morreu na noite do natal vespertino de lúcifer caído na noite serena. madrinhas de Sofia pegaram varinhas na mão das árvores de sorrendo. joões nadantes em lagos seculares de luas oculares. bifurcações petrolíferas nas noites sudoríparas (assim mesmo?) jorraram sangue em meu peito de animal destrinchado pela garra leonina. mentiras escritas sem tinta caminharam pelos átomos velozes multicores diante do céu negro, do outono de quatro trintas morreram sozinhos soldados sem cabeça com coração no pé descalço. gotas roséas nos olhos de cetim perfumado espírito de lebre morta pela raposa sem dentes para matar. luzes, luzes, velozes velozes caminhantes pela estradas sem letras plaquiticas no horizonte fumegante com amores odiosos sem chances grandes chances. só eles restaram para você meu bem, aceite e não reclame, solidão que te proclame o mais soberano de todos os servos servidores de agonias chatas pueris enfadonhas catástrofes pequenas nas riquezas absurdas alhures alguém vê. minhocas no asfalto azulejo brilhoso sujo vermes buritampos tangulares dentre as torres sem altura. piscou, errou, aaaaaahhhh!"
T.F.
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