kafta me lembra kafka. não sei porque mas nós temos uma tendência a comparações. peço que por um momento, com muito esforço, tentem esquecer este quase instinto que compara, associa; nada tem a ver com nada. a costela que você come hoje é diferente da que comerá amanhã. as letras do mesmo livro serão diferentes lidas novamente. vamos fazer o favor de esquecer....
chega né.. já se falou demias disso, vamos brincar um pouco.
não me lembro da metade anterior do ditado, mas a segunda metade era assim: "poeta pensa em tudo, eu só penso em voceis, não quero ser poeta..."
vi na parede de um bar há uns 15 minutos atrás. o ditado era acompanhado por outros que diziam coisas sobre deus, sobre solidariedade, sobre saúde e dinheiro, sobre prosperidade, essas coisas. tomei um conhaque. desceu rasgando e me esforcei pra fazer cara de que não sentia nenhum amargor na garganta. o sacrífico foi benévolo, suave bebedeira se apoderou de mim. no caminho de volta pra casa, cruzo com uma mulher, ela olha bem nos meus olhos, olhar de admiração, é comum no decorrer dos dias isso acontecer. tamanha vontade que eu tenho de despi-las, estas mesmas que me observam e armazenam abaixo da cintura um belo par de nádegas...
engraçado a nudez dos animais. me lembro de índios canibais.
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