sábado, 4 de maio de 2013

meu amigo chamado Castor



"O meu amigo chamado Castor emprestou-me um paralelepípedo pesado. Castor tem as roupas velhas e nunca as lava, vivem amassadas sujas e furadas. O meu amigo Castor caminha falando bastante, mas sozinho, não se poderia dizer que ele anda à toa, não. Ele anda ocupado com problemas cuja resolução talvez nunca se atinja, mesmo assim Castor se contenta com as possíveis resoluções que encontra. Quando conta até três, Castor o faz para conter sua paixão, isto é, o faz para não puxar a saia ou as roupas de baixo que passam por ele nas garotas ao lado. Ele sente uma atração muito forte por garotas jovens, magras e de pele macia. Castor garante que é lúcido e inteligente. Castor reconhece as doenças da sociedade. Castor conhece também as digressões da história e se conforma muito pouco com certos acontecimentos. É tanto a sua revolta que prefere não se deter muito, pois irrita-se. Castor foi mordido por uma cobra um dia, sorte que não era venenosa. Castor certo dia embriagou-se e envolveu-se em briga, sorte que amigos o ajudaram. Sim, Castor tem amigos que gostam muito dele. Seus amigos compartilham de poucos gostos comum com ele, porém isso não é obstáculo para que possam passar algumas horas juntos distraindo-se mutuamente. Talvez o grande desastre da vida de Castor seja não ser teimoso. Castor é apático e nunca imaginou chegar à presidência. "



Patávalo

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