"Sol,
corpo indecente, astronômico.
Vive queimando à toa
tudo que não vê.
A lua,
tua amiga,
me conta teus escrúpulos,
não ofusca.
Mentira!
Tua luz
caminha pelo vento
reborburando marés
treslucidando piratas.
Que raios desperdiçados
esbanjados sem dó nem piedade
às vezes escondidos no papel da parede do quarto.
Dia nublado. Dia nublado.
Falta cor, falta papel, falta um monte de coisa.
A lua, o sol.
Céu de papel.
Jamais. Sempre.
Fogo da vela. Palavras-chave.
Ao sono perto do fim."
Patávalo

Patávalo amigo? Piratas sao casos patologicos misturados com cavalos! rsrs
ResponderExcluirEnergia dos cavalos com a loucura dos piratas. Um barco não precisa de leme, mas de um grande capitão e patávalos.
ResponderExcluirGrande abraço amigo!